Meus queridos alunos aqui está o link para vocês visitarem e entenderem como se faz uma resenha.
http://www.pucrs.br/gpt/resenha.php
http://www.lendo.org/modelos-de-resenha-exemplos/
Este blog, é para divulgar e compartilhar as experiências em sala de aula, no ensino de artes visuais nas escolas municipais e estaduais ou particulares. O blog possibilita que os alunos possam ter mais um meio de busca para complemento das aulas e de atividades práticas em artes. Acredito que arte é uma linguagem especial,pois apresenta-se em varias categorias, movimentos e estilos. Na arte observamos valores estéticos, beleza, o equilíbrio, harmonia e críticas políticas.
Quem sou eu
- Elisyane Fontes
- Sou Elisyane Fontes, tenho 28 anos. Sou professora de artes e estou na na campanha da valorização do ensino da arte em nossas escolas.
domingo, 4 de outubro de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
8 ANO A arte moderna no Brasil
O
MODERNISMO BRASILEIRO
O Modernismo foi uma tendência vanguardista que
rompeu com padrões rígidos e caminhou para uma criação mais livre, surgida
internacionalmente nas artes plásticas e na literatura no final do século XIX e
início do século XX. Foi uma reação às escolas artísticas do passado. Como
resultado, desenvolveram-se novos estilos, entre eles o Expressionismo, o
Cubismo, o Dadá, o Surrealismo e o Futurismo.
No Brasil, o termo identifica o movimento
desencadeado pela Semana de Arte Moderna de 1922. De 11 a 18 de fevereiro
daquele ano, conferências, recitais de música, declamações de poesia e
exposição de quadros, realizados no Teatro Municipal de São Paulo, apresentam
ao público as novas tendências das artes do país. Seus idealizadores rejeitam a
arte do século XIX e as influências estrangeiras do passado.
SEMANA
DE 22
A
Semana, na verdade, foi a explosão de idéias inovadoras que aboliam por
completo a perfeição estética tão apreciada no século XIX. Os artistas
brasileiros buscavam uma identidade própria e a liberdade de expressão; com
este propósito, experimentavam diferentes caminhos sem definir nenhum padrão.
Isto culminou com a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que
foram assistir a este novo movimento. Logo na abertura, Manuel Bandeira, ao
recitar seu poema Os sapos, foi desaprovado pela platéia através de muitas
vaias e gritos.
Os
artistas buscavam temas nacionalistas procurando uma identidade própria. E os
principais objetivos eram:
Acertar os
ponteiros das expressões artísticas com a modernidade da época;
Romper com os
padrões clássicos;
Apresentar correntes
artísticas (futurismo, dadaísmo, expressionismo, surrealismo e cubismo);
Buscar o
antropofagismo (na arte, absorver as influências estrangeiras e recriá-las com
elementos da cultura nacional);
Criar uma arte
puramente brasileira.
ARTISTAS MODERNOS
Anita Catarina
Malfatti;
Di Cavalcanti;
Lasar Segall;
Tarsila do
Amaral;
Candido
Portinari
Ismael Nery;
Oswald de
Andrade;
Mario de
Andrade;
Manuel Bandeira;
Heitor
Vila-Lobos
As fases do Modernismo
O movimento modernista no Brasil contou com duas fases:
a primeira foi de 1922 a 1930 e a segunda de 1930 a 1945. a primeira fase
caracterizou-se pelas tentativas de solidificação do movimento renovador e pela
divulgação de obras e ideias modernistas.
Os escritores de maior destaque dessa fase defendiam estas
propostas: reconstrução da cultura brasileira sobre bases nacionais; promoção
de uma revisão crítica de nosso passado histórico e de nossas tradições
culturais; eliminação definitiva do nosso complexo de colonizados, apegados a
valores estrangeiros. Portanto, todas elas estão relacionadas com a visão
nacionalista, porém crítica, da realidade brasileira.
Várias obras, grupos, movimentos, revistas e
manifestos ganharam o cenário intelectual brasileiro, numa investigação
profunda e por vezes radical de novos conteúdos e de novas formas de expressão.
Entre os fatos mais importantes, destacam-se a
publicação da revista Klaxon, lançada para dar continuidade ao processo de
divulgação das ideias modernistas, e o lançamento de quatro movimentos
culturais: o Pau-Brasil
e a Antropofagia.
Esses movimentos representavam duas tendências ideológicas distintas, duas
formas diferentes de expressar o nacionalismo.
O movimento Pau-Brasil defendia a criação de uma
poesia primitivista, construída com base na revisão crítica de nosso passado
histórico e cultural e na aceitação e valorização das riquezas e contrastes da
realidade e da cultura brasileiras.
A Antropofagia, a exemplo dos rituais antropofágicos
dos índios brasileiros, nos quais eles devoram seus inimigos para lhes extrair
força, Oswald propõe a devoração simbólica da cultura do colonizador europeu,
sem com isso perder nossa identidade cultural.
Manifesto
Antropofágico
Publicado na
Revista Antropofagia (1928), propunha basicamente a devoração da cultura e das
técnicas importadas e sua reelaboração com autonomia, transformando o produto
importado em exportável. O nome do manifesto recuperava a crença indígena: os
índios antropófagos comiam o inimigo, supondo que assim estavam assimilando
suas qualidades.
A idéia do manifesto
surgiu quando Tarsila do Amaral, para presentear o então marido Oswald de
Andrade, deu-lhe como presente de aniversário a tela Abaporu (aba =
homem; poru = que come).
Estes eventos da
Semana de Arte Moderna foram o marco mais caracterizador da presença, entre
nós, de uma nova concepção do fazer e compreender a obra de arte.
O
Abaporu, Tarsila do Amaral
http://universosdarte.blogspot.com.br/2011/08/o-modernismo-no-brasil.html.
http://redes.moderna.com.br/category/planejar-2012/page/3/
http://www.brasilescola.com/literatura/o-modernismo-no-brasil.htm
6 ano II unid: A arte popular
A arte popular: cultura e o
folclore
Culinária folclórica
A
arte popular tem aspectos muitos importantes, que vão desde as danças, a música
e as representações dramáticas até as artes plásticas e a arquitetura. Suas
manifestações estão presentes no dia-a-dia, quando usamos panelas de barro,
colheres de madeira ou olhamos para um santo criado por algum artesão.
A
arte popular expressa a sabedoria de um povo. Em qualquer parte do mundo,
alguém pode estar fazendo um objeto, uma escultura ou ainda dançando como
faziam seus antepassados. Essa cultura, que persiste por séculos, desde os seus
primórdios é transmitida de geração a geração.
Os
temas abordados pela arte popular retratam o cotidiano da vida. Os materiais
empregados são simples, abundantes na região dos quais os objetos são oriundos
e estão sempre a mão.
Características
da arte popular
Segundo Arnold Hauser, teórico
e historiador da arte, a arte popular ou folclórica compreende a produção poética,
musical, plástica, teatral e de dança de um setor da população que não é intelectualizada,
nem urbana, nem industrial.
Caracteriza-se por:
Ser anônima, isto é, a forma de sua apresentação é
fruto de inúmeras colaborações ao longo do tempo, sem que haja um único autor;
Traduzir a visão de mundo e os sentimentos coletivos
do grupo no qual tem sua origem, ou seja, o conteúdo da experiência expressa na
arte folclórica é comum a toda uma coletividade;
Ter como público o próprio grupo que a criou e que, em
geral, é composto pelos habitantes rurais e de pequenos vilarejos;
Não ser inspirada nem influenciada por modas.
O que é Cultura?
Sabe-se,
que a cultura está presente em qualquer sociedade. Muitas vezes vem acompanhada
com a tradição, noutras os indivíduos tem comportamentos e linguagens
diferentes das que foram adquiridas, pois podem ser transformadas ou ainda
acrescentadas, justamente pela contribuição da cultura.
A
cultura pode ser um conjunto de obras humanas. Ela também está ligada a
características de comportamento exclusivas do homem. Inclui-se ai o
conhecimento, crenças, política, lei, moral, costumes, arte, hábitos, linguagem
ou qualquer outra coisa adquirida pelo homem que o torne membro de uma
sociedade, de um meio cultural.
Cada
grupo de pessoas possui o seu próprio sistema social, cada um com seus hábitos,
costumes e leis. Isto é próprio da diversidade cultural da espécie humana.
O
que determina as diferenças de comportamento de cada pessoa é a cultura. É algo
que se adquire desde a infância.
Folclore Brasileiro
Folclore
é uma palavra de origem inglesa, derivada da junção das palavras folk, que significa povo, e lore, que significa ensino, instrução,
sabedoria. Portanto, folclore quer dizer sabedoria do povo, tanto o conteúdo
como o modo de sua transmissão.
Basicamente,
o folclore é um conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e
costumes de um povo. É importante porque por meio dele é possível conhecer a
cultura antiga de um povo e a formação da sua cultura nos dias de hoje.
Para
que um costume possa ser considerado folclore, é preciso que ele tenha uma
origem anônima; deve ser aceito e praticado por grande numero de pessoas;
também precisa resistir ao tempo e ser passado ou transmitido de geração a
geração, de boca a boca, o que é chamamos de tradição oral.
A
base da cultura brasileira foi formada por três povos: o índio( nosso povo
nativo), o português e o africano. Com o tempo, imigrantes de outros países e
regiões, como Itália, Espanha, Japão, Alemanha e Oriente Médio, entre outros,
também deram sua contribuição cultural, tornando o nosso folclore um dos mais
ricos do mundo.
O
Brasil é um país muito vasto, com regiões distintas. Assim, cada região possui
suas lendas, sua cultura, suas raízes, e todas juntas são muito importante para
a construção da nossa identidade cultural.
Hoje,
o folclore brasileiro representa os mitos, superstições, contos, fábulas,
poesias populares, provérbios, culinária, arte, literatura popular, literatura
de cordel, música, jogos, brincadeiras infantis e danças, entre tantos outros
significados.
Lendas e Mitos
As
lendas e os mitos fazem parte da linguagem folclórica, muitas vezes, observa-se
a presença de tradição cultural de alguns povos, como os africanos e indígenas.
As
lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos
tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da
fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos
misteriosos ou sobrenaturais.
Os
mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos
da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de
explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas
do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e
alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses,
heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar
sentido a vida e ao mundo. Pode-se citar alguns exemplos de lendas e mitos do
folclore brasileiro: Boto; Boitatá; Curupira; Iara; Saci-Pererê;
Mula-sem-cabeça; entre outros.
Linguagem popular
As parlendas são
conjuntos de palavras com arrumação rítmica em forma de verso, que podem rimar
ou não. Geralmente envolvem alguma brincadeira, jogo, ou movimento corporal.
Hoje é Domingo,
Pede cachimbo
O cachimbo é de ouro,
Bate no touro,
O touro é valente,
Bate na gente,
A gente é fraco,
Cai no buraco,
O buraco é fundo,
Acabou-se o mundo.
O cachimbo é de ouro,
Bate no touro,
O touro é valente,
Bate na gente,
A gente é fraco,
Cai no buraco,
O buraco é fundo,
Acabou-se o mundo.
Os trava-línguas brincam
com o som, a forma gráfica e o significado das palavras. A sonoridade, a
cadência e o ritmo dessas composições encantam adultos e crianças. O
grande desafio é recitá-los sem tropeços na pronúncia das palavras.
“Pedro tem o peito do pé
preto,
O peito de Pedro é preto.
Quem disser que o peito de Pedro é preto,
Tem o peito do pé mais preto
Que o peito do pé de Pedro.”
O peito de Pedro é preto.
Quem disser que o peito de Pedro é preto,
Tem o peito do pé mais preto
Que o peito do pé de Pedro.”
Brincadeiras e brinquedos folclóricos
As
brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração. Muitas
delas existem há décadas ou até séculos. Costumam sofrer modificações de acordo
com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da
origem.
Já os
brinquedos são feitos manualmente, são trabalhos artesanais feitos com o
material da própria região e que fazem parte da cultura e da tradição local.
Grande
parte das brincadeiras folclóricas envolve disputas individuais ou em grupos.
Possibilitam também a integração e o desenvolvimento social e motor das
crianças. A preservação destas brincadeiras é muito importante para a
manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas,
principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.
São
exemplos de brincadeiras e brinquedos: soltar pipa, pega-pega, pião, boneca de
pano, estilingue, esconde-esconde, carrinho de madeira, entre outros.
O
artesanato brasileiro
O
que caracteriza o artesanato é basicamente o manuseio do material, a forma de
se transmitir o conhecimento e de se aprender. Tanto o artista como o artesão
precisam saber manusear seus materiais, caso contrário o pote que for queimado
de forma errada pela artesã irá quebrar, fazendo com que ela perca semana de
trabalho, por exemplo. Da mesma forma a escultura do artista, cuidadosamente
modelada, pode se romper. Ambos devem dominar a técnica e os segredos para
executar suas obras. Em outras artes, além do aperfeiçoamento que se adquire
pelo estudo das técnicas empregadas ao longo da história, o artista inova dando
uma solução pessoal e desenvolvendo uma técnica individual. Na arte popular, as
soluções comunitárias-familiar- são importantes; as obras continuam utilitárias
e mesmo contemplativas, porém isentas, na maioria das vezes, de crítica social,
como ocorre na arte erudita.
O
artesanato é outro aspecto do folclore brasileiro que merece destaque. Temos as
rendas, os bordados, os trabalhos artesanais e as cerâmicas, tanto utilitários
quanto figurativos. A cerâmica é a mais antiga expressão artesanal do ser
humano, elaborada desde a Pré-História.
Festas e Danças
Algumas das principais festas são o Carnaval, a Folia de
Reis, as Farras de boi e Cavalhadas, as Festas Juninas, a Festa do Divino e o
Congado. Em todas elas várias expressões folclóricas se encontram reunidas,
como a culinária, o vestuário, o teatro, jogos e competições, contação de casos
e lendas, ritos religiosos, danças e cantos. E sendo festas de grande difusão,
se encontra uma infinidade de variantes através do território brasileiro.
As
danças sempre foram um importante componente cultural da humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que representam
as tradições e a cultura de uma determinada região. Estão ligadas aos aspectos
religiosos, festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos do cotidiano e
brincadeiras. As danças folclóricas brasileiras caracterizam-se pelas músicas
animadas (com letras simples e populares) e figurinos e cenários
representativos. Estas danças são realizadas, geralmente, em espaços públicos:
praças, ruas e largos. As
principais danças folclóricas do Brasil são: Samba de Roda, Maracatu, Frevo Baião, Catira, Quadrilha, reisado.
Culinária folclórica
O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está
ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de
outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural
valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de
sabores e preferências regionais, com suas especiarias e temperos próprios,
tornam-se irresistíveis ao paladar mais exigente de qualquer arte da cozinha
nacional.
A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes
europeus, e de outros povos, indígenas e africanos. Muitas das técnicas de
preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por
parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos
típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais.
As comidas típicas do Brasil são: Pé de Moleque, Bolo de Batata Doce, Bolo de Fubá,
Quindim, Mungunzá, Canjica, Pamonha, Maria Mole, Feijoada, Pão de Queijo, Churrasco,
Arroz de Carreteiro, Carne de Sol e charque, Buchada de Bode, Acarajé e Caruru.
Fonte:
segunda-feira, 15 de abril de 2013
9º Ano I Unid
Teatro de Bonecos
Esta arte já está presente entre os primitivos que, deslumbrados com suas silhuetas nas paredes das cavernas, elaboraram o teatro de sombras, visando talvez entreter suas crianças. Desde então o Homem não estancou mais seu impulso criativo. Surgem os bonecos moldados com barro, desprovidos de junções, para posteriormente aparecerem os primeiros exemplares com a união de cabeça e membros.
O Teatro de Bonecos nasceu há muito tempo atrás, no Oriente, principalmente na China, na Índia, em Java e na Indonésia. Lá ele conquistou um status espiritual e era tratado com muita reverência. Os orientais consideravam estes bonecos como verdadeiros deuses, dotados de recursos mediúnicos e fantásticos. Eles eram criados com tamanha perfeição que se tornavam idênticos aos seres vivos, muitas vezes inspirados realmente em personagens reais.
Esta arte desembarcou na Europa através dos negociantes, logo se difundindo por todo o continente. Entre os gregos eles eram portadores de tamanha ousadia, que muitas vezes eram usados como ferramentas para se ironizar o Cristianismo. Os romanos herdaram este elemento cultural e muito contribuíram para seu aprimoramento e conseqüente disseminação.
No universo ocidental, ao contrário do Oriente, vê-se a razão humana tentando dialogar com o sagrado de forma rudimentar. Na era medieval esta arte foi alvo de intolerância religiosa, pois foi utilizado, nesta época, como um meio de evangelizar as pessoas. Ela era normalmente exibida durante as feiras livres nos burgos.
Em terras americanas, o Teatro de Bonecos chegou pelas mãos dos colonizadores, em meados do século XVI, na era das grandes descobertas. Desta forma este movimento cultural aportou no Brasil, mais uma vez como instrumento de doutrinação religiosa. Ele se consolidou no Nordeste, fixando-se especialmente em Pernambuco, sendo batizado na Paraíba como Babau. Através desta arte os artistas podem transmitir ao público sua mensagem impregnada de temáticas sociais.
A graça do boneco está em sua associação de movimento e sonoridade, o que encanta e seduz principalmente o público infantil. O Teatro de Bonecos está sempre intimamente ligado ao entorno histórico, cultural, social, político, econômico, religioso e educativo. Em cada recanto do Planeta, por conta da diversidade cultural, ele recebe um nome distinto.
Na Itália encontra-se o Maceus, posteriormente substituído pelo Polichinelo; na Turquia, o Karagoz; na Grécia, as Atalanas; na Alemanha, o Kasper; na Rússia, o Petruska; em Java, o Wayang; na Espanha, o Cristovam; na Inglaterra, o Punch; na França, o Guinhol; nos Estados Unidos, o Mupptes; e no Brasil, o Mamulengo.
O Teatro de Bonecos ganha existência nos palcos por meio do movimento das mãos do ator que o manipula, narra as histórias e transcende a realidade, metamorfoseando o real em momentos de magia e sedução. Mas ele também tem um alto potencial educativo, podendo se converter em poderoso instrumento nas mãos de um bom educador.
Fonte: http://www.infoescola.com/artes/teatro-de-bonecos/
9º Ano I Unid
Máscaras
A mascara é uma forma de disfarce usada sobre o rosto. em várias partes do mundo, os mais diferentes povos fazem e utilizam máscaras em cerimônias religiosas, festas e representações teatrais.
No Ocidente, ela foi usada na Grécia antiga, nas festividades de Dionisio, o deus do vinho e da fertilidade. Os gregos acreditavam que, com ela, o espírito de Dionísio estaria presente entre as pessoas. A máscara era chamada de persona e quem a usava em uma festa ou cerimonia era chamado de personagem.
Em muitas culturas antigas, na África, América do Sul e Oceania, a máscara era usada em cerimônias religiosas para curar doenças, espantar maus espíritos, celebrar casamentos e também em ritos de passagem, como quando meninos e meninas de uma comunidade passam da infância para a idade adulta.
A máscara também é usada no carnaval. No Brasil, o carnaval é uma grande festa comemorada com desfiles, blocos e bandas. Em outros países, ele é comemorado com bailes e festa de máscaras.
Refer:
MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano.
São Paulo: Scipione, 2009
9º ano I unid.
Arte do papel
Origami
O origami, expressão que provém do japonês e significa arte de dobrar o papel – ‘ori’ descende do verbo ‘oru’, com o sentido de dobrar, e ‘gami’ nasce do vocábulo ‘kami’, denotando papel -, é uma arte muito antiga, criada pelos membros da Corte Imperial do Japão. Aí ela era considerada um entretenimento , mas ao longo da história, ao se tornar acessível à massa, foi convertida em uma arte.
Nesta técnica é comum utilizar-se folhas de papel no formato quadrado, nas quais os cortes estão ausentes. Nelas são realizadas algumas poucas dobras no estilo geométrico, que dispostas de formas variadas, compõem imagens complexas, as quais resultam na representação de entes ou objetos os mais diferentes.
Para se alcançar este visual não é preciso recorrer a recortes ou colagens, embora estes recursos não sejam proibidos na composição do origami. Nesta arte não há regras dogmáticas, e sim liberdade de ação, a qual produz, muitas vezes, inúmeros desafios para a imaginação, que busca então a criação de modelos renovados.
Desde os tempos ancestrais do cultivo desta técnica - de 1603 a 1897, no Período Edo -, o origami japonês se revelou despreocupado com normas severas e meras convenções. Hoje esta arte não é privilégio dos japoneses, pois ela se disseminou por todo o Planeta. Até mesmo no Ocidente já se tornou convencional a criação do origami.
Historicamente a prática do origami foi se popularizando à medida que o papel, antes um bem de alto valor aquisitivo, converteu-se em um objeto cada vez mais barato. Os pobres, mesmo assim, valorizavam esta mercadoria e economizavam no seu uso, preservando pequenos pedaços de papel e transformando-os em obra-prima para a confecção do origami.
Desta forma ele se tornou uma arte popular. Sempre foi estimulante testemunhar a transformação de uma mera fração de papel em objetos os mais variados, pássaros ou flores, apenas com determinadas dobras em sua superfície. Inicialmente não existiam normas para sua criação, pois a técnica era passada de uma geração para a outra.
Fonte: http://www.infoescola.com/artes/origami/
9º ano I Unid
Arte do papel
O papel é uma material versátil e muito antigo. Há quase 2000 anos o papel foi inventado pelos chineses. Ele era feito de cânhamo, de algodão ou de fibras de uma planta típica do Oriente, da família da amoreira.
Atualmente o papel é fabricado com uma pasta de madeira retirada da polpa de árvores. A matéria básica dessa pasta é a fibra de celulose, substância encontrada no caule da maioria das plantas.
Na arte, o papel é usado como suporte para desenho, pintura, gravura, colagem, fotografia e até para fazer objetos e esculturas. alguns artistas fazem papel artesanalmente, reciclando esse material.
Refer:
MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano.
São Paulo: Scipione, 2009
9º ano I Unid
O Artesanato e arte Cerâmica
O artesanato é o nome dado aos objetos feitos a mão. Na
maioria das vezes eles são utilitários, ou seja, objetos que usamos em nosso
cotidiano, como vasos, roupas e brinquedos.
O artesão é o individuo que faz esse tipo de trabalho. Ele
domina uma técnica em geral aprendida com um parente, um mestre ou uma pessoa
mais velha de sua comunidade. Essa técnica é transmitida de maneira informal:
aprende-se fazendo e olhando quem já sabe fazer. O artesanato é importante
porque expressa a cultura e as tradições da comunidade.
Existe artesanato que é típico de uma
determinada região por causa do material com que é feito ou por causa da
técnica, executada apenas por pessoas que vivem ali.
Vaso de Gargalo- cerâmica de Santarém
Vaso de cariátides- cerâmica de Santárem
Vaso de Gargalo- cerâmica de Santárem
Cerâmica Marajoara
Vaso Campaniforme- cerâmica rupestre
Vaso Grego
Vaso Chinês
Refer:
MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano.
São Paulo: Scipione, 2009
segunda-feira, 1 de abril de 2013
I E II ANO
I UNIDADE AULA 6
Tipos de grafite existentes
Ao contrário do que
a maioria das pessoas pensa, o graffiti é composto por vários estilos \ formas.
Atualmente os estilos mais conhecidos e consequentemente mais utilizados são os
seguintes :
Hall-of-fame
Grafite,
na maior parte dos casos em paredes legais ou paredes pouco expostas, sem
grandes riscos de problemas com as autoridades. Hall-of-fame é um grafite
mais pensado e mais trabalhado, dando importância não só ao lettering ( Arte de escrever letras.) ,
mas também aos fundos e eventuais characters (Personagens encontradas nos grafites). Quando o hall-of-fame atinge
uma proporção considerável, é muitas vezes também chamado de produção.
Bombing
Bombing poderá ser considerado qualquer tipo
de grafite ilegal. No entanto, quando se fala de um bombing ou bomb,
fala-se de um grafite na rua (não em comboios ou metropolitanos) e que não se
encaixa nas definições de tag (pseudónimo do criador do graffiti, nomeadamente
a sua assinatura) ou trow-up (estilo de grafite, caracterizado mais a
frente).
Crew
Um
grupo de writers (Praticante de grafite, em qualquer uma das suas vertentes), que se une por um objetivo e forma o
seu ‘’coletivo’’. As crews costumam ter nomes extensos, que
são abreviados através de siglas, normalmente entre 2 a 4 letras. Através
dessas siglas, algumas vezes são criadas novas definições para o nome de crew.
Um writer pode pertencer a várias crews. Muitas vezes
os writers optam por pintar o nome das suas crews,
seja abreviado ou por extenso, em detrimento do seu próprio tag. Se os writers dão
reputação às suas crews, o contrário também acontece, daí que se
torne importante também fazer crescer o nome da crew.
Trash-train
Normalmente
quando os writers se referem a comboios, utilizam a
palavra inglesa train, existe então o conceito de trash-train (Comboio-lixo) ,
que se utiliza para comboios fora de circulação, que se destinam a abate ou
requalificação. Geralmente estes comboios são bastante fáceis de pintar, ideal
para obter boas fotografias de grafite em comboios, uma vez que o writer tem
mais tempo para elaborar o seu grafite, do que se tratasse de um comboio em
condições normais.
Stencil
Molde
recortado em cartolina, radiografias, ou outros materiais de maneira a criar
formas predefinidas, encostando esse molde a uma superfície, e passando spray por
cima, ficando com as formas subtraídas à cartolina, pintadas na parede. Ideal
para fazer em superfícies pequenas, é rápido de executar, e permite também
reproduzir o mesmo desenho em vários sítios.
WildStyle
Estilo
de grafite nascido em Nova Iorque nos anos 70. É um estilo bastante complexo,
que vive muito da intersecção de formas e que normalmente tem um elemento
característico que são as setas. O resultado final torna-se algo altamente
indecifrável para quem esteja fora do grafite e, por vezes, até para quem está
por dentro.
Throw-up
É
provavelmente o tipo de grafite mais difícil de definir, mas uma possível
definição para refere-se qualquer tipo de grafite que viva só dos
contornos e não esteja preenchido. Mais concretamente é a atividade do writer quando
este se limita a tagar paredes.
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