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Sou Elisyane Fontes, tenho 28 anos. Sou professora de artes e estou na na campanha da valorização do ensino da arte em nossas escolas.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Arte do papel: escultura


8 ANO A arte moderna no Brasil

O MODERNISMO BRASILEIRO

O Modernismo foi uma tendência vanguardista que rompeu com padrões rígidos e caminhou para uma criação mais livre, surgida internacionalmente nas artes plásticas e na literatura no final do século XIX e início do século XX. Foi uma reação às escolas artísticas do passado. Como resultado, desenvolveram-se novos estilos, entre eles o Expressionismo, o Cubismo, o Dadá, o Surrealismo e o Futurismo.
No Brasil, o termo identifica o movimento desencadeado pela Semana de Arte Moderna de 1922. De 11 a 18 de fevereiro daquele ano, conferências, recitais de música, declamações de poesia e exposição de quadros, realizados no Teatro Municipal de São Paulo, apresentam ao público as novas tendências das artes do país. Seus idealizadores rejeitam a arte do século XIX e as influências estrangeiras do passado.

SEMANA DE 22

A Semana, na verdade, foi a explosão de idéias inovadoras que aboliam por completo a perfeição estética tão apreciada no século XIX. Os artistas brasileiros buscavam uma identidade própria e a liberdade de expressão; com este propósito, experimentavam diferentes caminhos sem definir nenhum padrão. Isto culminou com a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que foram assistir a este novo movimento. Logo na abertura, Manuel Bandeira, ao recitar seu poema Os sapos, foi desaprovado pela platéia através de muitas vaias e gritos.
Os artistas buscavam temas nacionalistas procurando uma identidade própria. E os principais objetivos eram:
    Acertar os ponteiros das expressões artísticas com a modernidade da época;
    Romper com os padrões clássicos;
    Apresentar correntes artísticas (futurismo, dadaísmo, expressionismo, surrealismo e cubismo);
    Buscar o antropofagismo (na arte, absorver as influências estrangeiras e recriá-las com elementos da cultura nacional);
    Criar uma arte puramente brasileira.

ARTISTAS MODERNOS

    Anita Catarina Malfatti;
    Di Cavalcanti;
    Lasar Segall;
    Tarsila do Amaral;
    Candido Portinari
    Ismael Nery;
    Oswald de Andrade;
    Mario de Andrade;
    Manuel Bandeira;
    Heitor Vila-Lobos

As fases do Modernismo

O movimento modernista no Brasil contou com duas fases: a primeira foi de 1922 a 1930 e a segunda de 1930 a 1945. a primeira fase caracterizou-se pelas tentativas de solidificação do movimento renovador e pela divulgação de obras e ideias modernistas.
Os escritores de maior destaque dessa fase defendiam estas propostas: reconstrução da cultura brasileira sobre bases nacionais; promoção de uma revisão crítica de nosso passado histórico e de nossas tradições culturais; eliminação definitiva do nosso complexo de colonizados, apegados a valores estrangeiros. Portanto, todas elas estão relacionadas com a visão nacionalista, porém crítica, da realidade brasileira.
Várias obras, grupos, movimentos, revistas e manifestos ganharam o cenário intelectual brasileiro, numa investigação profunda e por vezes radical de novos conteúdos e de novas formas de expressão.
Entre os fatos mais importantes, destacam-se a publicação da revista Klaxon, lançada para dar continuidade ao processo de divulgação das ideias modernistas, e o lançamento de quatro movimentos culturais: o Pau-Brasil e a Antropofagia. Esses movimentos representavam duas tendências ideológicas distintas, duas formas diferentes de expressar o nacionalismo.
O movimento Pau-Brasil defendia a criação de uma poesia primitivista, construída com base na revisão crítica de nosso passado histórico e cultural e na aceitação e valorização das riquezas e contrastes da realidade e da cultura brasileiras.
A Antropofagia, a exemplo dos rituais antropofágicos dos índios brasileiros, nos quais eles devoram seus inimigos para lhes extrair força, Oswald propõe a devoração simbólica da cultura do colonizador europeu, sem com isso perder nossa identidade cultural.

Manifesto Antropofágico

Publicado na Revista Antropofagia (1928), propunha basicamente a devoração da cultura e das técnicas importadas e sua reelaboração com autonomia, transformando o produto importado em exportável. O nome do manifesto recuperava a crença indígena: os índios antropófagos comiam o inimigo, supondo que assim estavam assimilando suas qualidades.
A idéia do manifesto surgiu quando Tarsila do Amaral, para presentear o então marido Oswald de Andrade, deu-lhe como presente de aniversário a tela Abaporu (aba = homem; poru = que come).
Estes eventos da Semana de Arte Moderna foram o marco mais caracterizador da presença, entre nós, de uma nova concepção do fazer e compreender a obra de arte.

O Abaporu, Tarsila do Amaral




http://universosdarte.blogspot.com.br/2011/08/o-modernismo-no-brasil.html.
http://redes.moderna.com.br/category/planejar-2012/page/3/
http://www.brasilescola.com/literatura/o-modernismo-no-brasil.htm

6 ano II unid: A arte popular

A arte popular: cultura e o folclore
A arte popular tem aspectos muitos importantes, que vão desde as danças, a música e as representações dramáticas até as artes plásticas e a arquitetura. Suas manifestações estão presentes no dia-a-dia, quando usamos panelas de barro, colheres de madeira ou olhamos para um santo criado por algum artesão.
A arte popular expressa a sabedoria de um povo. Em qualquer parte do mundo, alguém pode estar fazendo um objeto, uma escultura ou ainda dançando como faziam seus antepassados. Essa cultura, que persiste por séculos, desde os seus primórdios é transmitida de geração a geração.
Os temas abordados pela arte popular retratam o cotidiano da vida. Os materiais empregados são simples, abundantes na região dos quais os objetos são oriundos e estão sempre a mão.

Características da arte popular
Segundo Arnold Hauser, teórico e historiador da arte, a arte popular ou folclórica compreende a produção poé­tica, musical, plástica, teatral e de dança de um setor da população que não é in­telectualizada, nem urbana, nem indus­trial.
Caracteriza-se por:
Ser anônima, isto é, a forma de sua apresentação é fruto de inúmeras cola­borações ao longo do tempo, sem que haja um único autor;
Traduzir a visão de mundo e os sentimentos coletivos do grupo no qual tem sua origem, ou seja, o conteúdo da experiência expressa na arte folclórica é comum a toda uma coletividade;
Ter como público o próprio grupo que a criou e que, em geral, é compos­to pelos habitantes rurais e de peque­nos vilarejos;
Não ser inspirada nem influencia­da por modas.

O que é Cultura?
Sabe-se, que a cultura está presente em qualquer sociedade. Muitas vezes vem acompanhada com a tradição, noutras os indivíduos tem comportamentos e linguagens diferentes das que foram adquiridas, pois podem ser transformadas ou ainda acrescentadas, justamente pela contribuição da cultura. 
A cultura pode ser um conjunto de obras humanas. Ela também está ligada a características de comportamento exclusivas do homem. Inclui-se ai o conhecimento, crenças, política, lei, moral, costumes, arte, hábitos, linguagem ou qualquer outra coisa adquirida pelo homem que o torne membro de uma sociedade, de um meio cultural.
Cada grupo de pessoas possui o seu próprio sistema social, cada um com seus hábitos, costumes e leis. Isto é próprio da diversidade cultural da espécie humana.
O que determina as diferenças de comportamento de cada pessoa é a cultura. É algo que se adquire desde a infância.

Folclore Brasileiro
Folclore é uma palavra de origem inglesa, derivada da junção das palavras folk, que significa povo, e lore, que significa ensino, instrução, sabedoria. Portanto, folclore quer dizer sabedoria do povo, tanto o conteúdo como o modo de sua transmissão.
Basicamente, o folclore é um conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. É importante porque por meio dele é possível conhecer a cultura antiga de um povo e a formação da sua cultura nos dias de hoje.
Para que um costume possa ser considerado folclore, é preciso que ele tenha uma origem anônima; deve ser aceito e praticado por grande numero de pessoas; também precisa resistir ao tempo e ser passado ou transmitido de geração a geração, de boca a boca, o que é chamamos de tradição oral.
A base da cultura brasileira foi formada por três povos: o índio( nosso povo nativo), o português e o africano. Com o tempo, imigrantes de outros países e regiões, como Itália, Espanha, Japão, Alemanha e Oriente Médio, entre outros, também deram sua contribuição cultural, tornando o nosso folclore um dos mais ricos do mundo.
O Brasil é um país muito vasto, com regiões distintas. Assim, cada região possui suas lendas, sua cultura, suas raízes, e todas juntas são muito importante para a construção da nossa identidade cultural.
Hoje, o folclore brasileiro representa os mitos, superstições, contos, fábulas, poesias populares, provérbios, culinária, arte, literatura popular, literatura de cordel, música, jogos, brincadeiras infantis e danças, entre tantos outros significados.    

Lendas e Mitos
As lendas e os mitos fazem parte da linguagem folclórica, muitas vezes, observa-se a presença de tradição cultural de alguns povos, como os africanos e indígenas.
As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. 
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo. Pode-se citar alguns exemplos de lendas e mitos do folclore brasileiro: Boto; Boitatá; Curupira; Iara; Saci-Pererê; Mula-sem-cabeça; entre outros.

Linguagem popular
As parlendas são conjuntos de palavras com arrumação rítmica em forma de verso, que podem rimar ou não. Geralmente envolvem alguma brincadeira, jogo, ou movimento corporal.

Hoje é Domingo,
Pede cachimbo
O cachimbo é de ouro,
Bate no touro,
O touro é valente,
Bate na gente,
A gente é fraco,
Cai no buraco,
O buraco é fundo,
Acabou-se o mundo.

Os trava-línguas brincam com o som, a forma gráfica e o significado das palavras.  A sonoridade, a cadência e o ritmo dessas composições encantam adultos e crianças. O grande desafio é recitá-los sem tropeços na pronúncia das palavras.

“Pedro tem o peito do pé preto,
O peito de Pedro é preto.
Quem disser que o peito de Pedro é preto,
Tem o peito do pé mais preto
Que o peito do pé de Pedro.”

Brincadeiras e brinquedos folclóricos

As brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração. Muitas delas existem há décadas ou até séculos. Costumam sofrer modificações de acordo com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da origem.
Já os brinquedos são feitos manualmente, são trabalhos artesanais feitos com o material da própria região e que fazem parte da cultura e da tradição local.
Grande parte das brincadeiras folclóricas envolve disputas individuais ou em grupos. Possibilitam também a integração e o desenvolvimento social e motor das crianças.  A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas, principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.
São exemplos de brincadeiras e brinquedos: soltar pipa, pega-pega, pião, boneca de pano, estilingue, esconde-esconde, carrinho de madeira, entre outros.

O artesanato brasileiro
O que caracteriza o artesanato é basicamente o manuseio do material, a forma de se transmitir o conhecimento e de se aprender. Tanto o artista como o artesão precisam saber manusear seus materiais, caso contrário o pote que for queimado de forma errada pela artesã irá quebrar, fazendo com que ela perca semana de trabalho, por exemplo. Da mesma forma a escultura do artista, cuidadosamente modelada, pode se romper. Ambos devem dominar a técnica e os segredos para executar suas obras. Em outras artes, além do aperfeiçoamento que se adquire pelo estudo das técnicas empregadas ao longo da história, o artista inova dando uma solução pessoal e desenvolvendo uma técnica individual. Na arte popular, as soluções comunitárias-familiar- são importantes; as obras continuam utilitárias e mesmo contemplativas, porém isentas, na maioria das vezes, de crítica social, como ocorre na arte erudita.
O artesanato é outro aspecto do folclore brasileiro que merece destaque. Temos as rendas, os bordados, os trabalhos artesanais e as cerâmicas, tanto utilitários quanto figurativos. A cerâmica é a mais antiga expressão artesanal do ser humano, elaborada desde a Pré-História.

Festas e Danças
Algumas das principais festas são o Carnaval, a Folia de Reis, as Farras de boi e Cavalhadas, as Festas Juninas, a Festa do Divino e o Congado. Em todas elas várias expressões folclóricas se encontram reunidas, como a culinária, o vestuário, o teatro, jogos e competições, contação de casos e lendas, ritos religiosos, danças e cantos. E sendo festas de grande difusão, se encontra uma infinidade de variantes através do território brasileiro.
As danças sempre foram um importante componente cultural da humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que representam as tradições e a cultura de uma determinada região. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, lendas, fatos históricos, acontecimentos do cotidiano e brincadeiras. As danças folclóricas brasileiras caracterizam-se pelas músicas animadas (com letras simples e populares) e figurinos e cenários representativos. Estas danças são realizadas, geralmente, em espaços públicos: praças, ruas e largos. As principais danças folclóricas do Brasil são: Samba de Roda, Maracatu, Frevo Baião, Catira, Quadrilha, reisado.

Culinária folclórica
O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de sabores e preferências regionais, com suas especiarias e temperos próprios, tornam-se irresistíveis ao paladar mais exigente de qualquer arte da cozinha nacional. 
A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, e de outros povos, indígenas e africanos. Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais.
As comidas típicas do Brasil são: Pé de Moleque, Bolo de Batata Doce, Bolo de Fubá, Quindim, Mungunzá, Canjica, Pamonha, Maria Mole, Feijoada, Pão de Queijo, Churrasco, Arroz de Carreteiro, Carne de Sol e charque, Buchada de Bode, Acarajé e Caruru.





Fonte:

segunda-feira, 15 de abril de 2013

9º Ano I Unid

Teatro de Bonecos


Esta arte já está presente entre os primitivos que, deslumbrados com suas silhuetas nas paredes das cavernas, elaboraram o teatro de sombras, visando talvez entreter suas crianças. Desde então o Homem não estancou mais seu impulso criativo. Surgem os bonecos moldados com barro, desprovidos de junções, para posteriormente aparecerem os primeiros exemplares com a união de cabeça e membros.

O Teatro de Bonecos nasceu há muito tempo atrás, no Oriente, principalmente na China, na Índia, em Java e na Indonésia. Lá ele conquistou um status espiritual e era tratado com muita reverência. Os orientais consideravam estes bonecos como verdadeiros deuses, dotados de recursos mediúnicos e fantásticos. Eles eram criados com tamanha perfeição que se tornavam idênticos aos seres vivos, muitas vezes inspirados realmente em personagens reais.

Esta arte desembarcou na Europa através dos negociantes, logo se difundindo por todo o continente. Entre os gregos eles eram portadores de tamanha ousadia, que muitas vezes eram usados como ferramentas para se ironizar o Cristianismo. Os romanos herdaram este elemento cultural e muito contribuíram para seu aprimoramento e conseqüente disseminação.

No universo ocidental, ao contrário do Oriente, vê-se a razão humana tentando dialogar com o sagrado de forma rudimentar. Na era medieval esta arte foi alvo de intolerância religiosa, pois foi utilizado, nesta época, como um meio de evangelizar as pessoas. Ela era normalmente exibida durante as feiras livres nos burgos.

Em terras americanas, o Teatro de Bonecos chegou pelas mãos dos colonizadores, em meados do século XVI, na era das grandes descobertas. Desta forma este movimento cultural aportou no Brasil, mais uma vez como instrumento de doutrinação religiosa. Ele se consolidou no Nordeste, fixando-se especialmente em Pernambuco, sendo batizado na Paraíba como Babau. Através desta arte os artistas podem transmitir ao público sua mensagem impregnada de temáticas sociais.

A graça do boneco está em sua associação de movimento e sonoridade, o que encanta e seduz principalmente o público infantil. O Teatro de Bonecos está sempre intimamente ligado ao entorno histórico, cultural, social, político, econômico, religioso e educativo. Em cada recanto do Planeta, por conta da diversidade cultural, ele recebe um nome distinto.

Na Itália encontra-se o Maceus, posteriormente substituído pelo Polichinelo; na Turquia, o Karagoz; na Grécia, as Atalanas; na Alemanha, o Kasper; na Rússia, o Petruska; em Java, o Wayang; na Espanha, o Cristovam; na Inglaterra, o Punch; na França, o Guinhol; nos Estados Unidos, o Mupptes; e no Brasil, o Mamulengo.

O Teatro de Bonecos ganha existência nos palcos por meio do movimento das mãos do ator que o manipula, narra as histórias e transcende a realidade, metamorfoseando o real em momentos de magia e sedução. Mas ele também tem um alto potencial educativo, podendo se converter em poderoso instrumento nas mãos de um bom educador.


Fonte: http://www.infoescola.com/artes/teatro-de-bonecos/

























9º Ano I Unid

Máscaras 

A mascara é uma forma de disfarce usada sobre o rosto. em várias partes do mundo, os mais diferentes povos fazem e utilizam máscaras em cerimônias religiosas, festas e representações teatrais.

No Ocidente, ela foi usada na Grécia antiga, nas festividades de Dionisio, o deus do vinho e da fertilidade. Os gregos acreditavam que, com ela, o espírito de Dionísio estaria presente entre as pessoas. A máscara era chamada de persona e quem a usava em uma festa ou cerimonia era chamado de personagem.

Em muitas culturas antigas, na África, América do Sul e Oceania, a máscara era usada em cerimônias religiosas para curar doenças, espantar maus espíritos, celebrar casamentos e também em ritos de passagem, como quando meninos e meninas de uma comunidade passam da infância para a idade adulta.

A máscara  também é usada no carnaval. No Brasil, o carnaval é uma grande festa comemorada com desfiles,  blocos e bandas. Em outros países, ele é comemorado com bailes e festa de máscaras.















Refer: MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano. São Paulo: Scipione, 2009




9º Ano I unid

Origami














Como Fazer um Origami





9º ano I unid.

Arte do papel

 Origami



O origami, expressão que provém do japonês e significa arte de dobrar o papel – ‘ori’ descende do verbo ‘oru’, com o sentido de dobrar, e ‘gami’ nasce do vocábulo ‘kami’, denotando papel -, é uma arte muito antiga, criada pelos membros da Corte Imperial do Japão. Aí ela era considerada um entretenimento , mas ao longo da história, ao se tornar acessível à massa, foi convertida em uma arte.

Nesta técnica é comum utilizar-se folhas de papel no formato quadrado, nas quais os cortes estão ausentes. Nelas são realizadas algumas poucas dobras no estilo geométrico, que dispostas de formas variadas, compõem imagens complexas, as quais resultam na representação de entes ou objetos os mais diferentes.

Para se alcançar este visual não é preciso recorrer a recortes ou colagens, embora estes recursos não sejam proibidos na composição do origami. Nesta arte não há regras dogmáticas, e sim liberdade de ação, a qual produz, muitas vezes, inúmeros desafios para a imaginação, que busca então a criação de modelos renovados.

Desde os tempos ancestrais do cultivo desta técnica - de 1603 a 1897, no Período Edo -, o origami japonês se revelou despreocupado com normas severas e meras convenções. Hoje esta arte não é privilégio dos japoneses, pois ela se disseminou por todo o Planeta. Até mesmo no Ocidente já se tornou convencional a criação do origami.

Historicamente a prática do origami foi se popularizando à medida que o papel, antes um bem de alto valor aquisitivo, converteu-se em um objeto cada vez mais barato. Os pobres, mesmo assim, valorizavam esta mercadoria e economizavam no seu uso, preservando pequenos pedaços de papel e transformando-os em obra-prima para a confecção do origami.

Desta forma ele se tornou uma arte popular. Sempre foi estimulante testemunhar a transformação de uma mera fração de papel em objetos os mais variados, pássaros ou flores, apenas com determinadas dobras em sua superfície. Inicialmente não existiam normas para sua criação, pois a técnica era passada de uma geração para a outra.







Fonte: http://www.infoescola.com/artes/origami/
9º ano I Unid


Arte do papel

O papel é uma material versátil e muito antigo. Há quase 2000 anos o papel foi inventado pelos chineses. Ele era feito de cânhamo, de algodão ou de fibras de uma planta típica do Oriente, da família da amoreira.

Atualmente o papel é fabricado com uma pasta de madeira retirada da polpa de árvores. A matéria básica dessa pasta é a fibra de celulose, substância encontrada no caule da maioria das plantas.

Na arte, o papel é usado como suporte para desenho, pintura, gravura, colagem, fotografia e até para fazer objetos e esculturas. alguns artistas fazem papel artesanalmente, reciclando esse material.



















Refer: MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano. São Paulo: Scipione, 2009

9º ano I Unid

O Artesanato e arte Cerâmica

O artesanato é o nome dado aos objetos feitos a mão. Na maioria das vezes eles são utilitários, ou seja, objetos que usamos em nosso cotidiano, como vasos, roupas e brinquedos.
O artesão é o individuo que faz esse tipo de trabalho. Ele domina uma técnica em geral aprendida com um parente, um mestre ou uma pessoa mais velha de sua comunidade. Essa técnica é transmitida de maneira informal: aprende-se fazendo e olhando quem já sabe fazer. O artesanato é importante porque expressa a cultura e as tradições da comunidade.

Existe artesanato que é típico de uma determinada região por causa do material com que é feito ou por causa da técnica, executada apenas por pessoas que vivem ali.





Vaso de Gargalo- cerâmica de Santarém



Vaso de cariátides- cerâmica de Santárem




Vaso de Gargalo- cerâmica de Santárem





Cerâmica Marajoara


Vaso Campaniforme- cerâmica rupestre


Vaso Grego


Vaso Chinês



Refer: MEIRA, Beá. Projeto Radix: arte, 9º ano. São Paulo: Scipione, 2009

segunda-feira, 1 de abril de 2013


I E II ANO


I UNIDADE AULA 6

Tipos de grafite existentes

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o graffiti é composto por vários estilos \ formas. Atualmente os estilos mais conhecidos e consequentemente mais utilizados são os seguintes :

Hall-of-fame
       
       Grafite, na maior parte dos casos em paredes legais ou paredes pouco expostas, sem grandes riscos de problemas com as autoridades. Hall-of-fame é um grafite mais pensado e mais trabalhado, dando importância não só ao lettering Arte de escrever letras.) , mas também aos fundos e eventuais characters (Personagens encontradas nos grafites). Quando o hall-of-fame atinge uma proporção considerável, é muitas vezes também chamado de produção.







Bombing

       Bombing poderá ser considerado qualquer tipo de grafite ilegal. No entanto, quando se fala de um bombing ou bomb, fala-se de um grafite na rua (não em comboios ou metropolitanos) e que não se encaixa nas definições de tag (pseudónimo do criador do graffiti, nomeadamente a sua assinatura) ou trow-up (estilo de grafite, caracterizado mais a frente).








 Crew

       Um grupo de writers (Praticante de grafite, em qualquer uma das suas vertentes), que se une por um objetivo e forma o seu ‘’coletivo’’. As crews costumam ter nomes extensos, que são abreviados através de siglas, normalmente entre 2 a 4 letras. Através dessas siglas, algumas vezes são criadas novas definições para o nome de crew. Um writer pode pertencer a várias crews. Muitas vezes os writers optam por pintar o nome das suas crews, seja abreviado ou por extenso, em detrimento do seu próprio tag. Se os writers dão reputação às suas crews, o contrário também acontece, daí que se torne importante também fazer crescer o nome da crew.







Trash-train

       Normalmente quando os writers se referem a comboios, utilizam a palavra inglesa train, existe então o conceito de trash-train (Comboio-lixo) , que se utiliza para comboios fora de circulação, que se destinam a abate ou requalificação. Geralmente estes comboios são bastante fáceis de pintar, ideal para obter boas fotografias de grafite em comboios, uma vez que o writer tem mais tempo para elaborar o seu grafite, do que se tratasse de um comboio em condições normais.






Stencil

       Molde recortado em cartolina, radiografias, ou outros materiais de maneira a criar formas predefinidas, encostando esse molde a uma superfície, e passando spray por cima, ficando com as formas subtraídas à cartolina, pintadas na parede. Ideal para fazer em superfícies pequenas, é rápido de executar, e permite também reproduzir o mesmo desenho em vários sítios.







    WildStyle

       Estilo de grafite nascido em Nova Iorque nos anos 70. É um estilo bastante complexo, que vive muito da intersecção de formas e que normalmente tem um elemento característico que são as setas. O resultado final torna-se algo altamente indecifrável para quem esteja fora do grafite e, por vezes, até para quem está por dentro.







Throw-up

       É provavelmente o tipo de grafite mais difícil de definir, mas uma possível definição para refere-se qualquer tipo de grafite que viva só dos contornos e não esteja preenchido. Mais concretamente é a atividade do writer quando este se limita a tagar paredes.